O que faz você sentir a vida?

Hoje eu estou falando desse assunto tão delicado.

O curioso é que ele é delicado em dois aspectos: tanto por ser algo que é sensível a todos nós nesse momento complexo da humanidade, como também delicado porque requer que olhemos com gentileza ao outro. E é por isso que eu sou realmente A-PAI-XO-NA-DA por fotografia de bebês.

Eles tem tudo isso num só olhar. Eles nos transmitem a ingenuidade, a docilidade e a confiança. Hoje, mais do que nunca, precisamos de confiança em Deus por dias melhores. Mas não é sobre isso que quero falar hoje. É sobre sentir a vida.

Sobre olhar para as coisas mais ordinárias, mais simples, mais fáceis que acontecem na rotina, e não nos dessensibilizarmos da beleza dela porque estamos diante de dias difíceis. Sempre olhar para a meiguice do olhar de um bebê, de um dia que era simplesmente para registrar o crescimento do Miguel, mas que também foi um dia para que a família da Mara, do Miguel, do Adson e da Maria Clara pudessem respirar. RES-PI-RAR. Olha só, tá vendo como isto é algo que a gente nem pensa no quanto é precioso? Só diante da escassez de saúde no mundo é que estamos conseguindo ser gratos por coisas que temos de graça…

O que mais me encanta nesses registros de acompanhamento do bebê é que a fotografia se torna um pano de fundo para a oportunidade perfeita de enxergar, em um ser humano tão pequeno, a esperança em meio ao caos.

E em particular no caso do Miguel, o presente que foi o reencontro com a Mara! Estudamos juntas na escola, temos amigos em comum, mas as coisas acontecem na hora que tem que acontecer mesmo! E esse dia, dessas fotos, foi uma experiência que eu quero guardar para sempre porque sempre saio dos encontros com a sensação de que eu ganhei muito mais que entreguei nas fotos.

Encontros que tocam nossa vida mostram pra nós o quanto o VIVER é movimento!

O que pode ser o sentir a vida daí do seu lado?

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